Copa do Mundo 2022 Três em cada quatro seres humanos protegem a indenização dos trabalhadores no Catar

Segundo dados cedidos à Lusa pela segunda via da Amnistia Internacional Portugal, a verificação, realizada através do YouGov, já foi realizada com mil adultos de 15 países exclusivos, exibindo famosas ajudas de indemnização a migrantes que sofreram violações de direitos mortais em Catar.

Outra das principais conclusões dos efeitos é a ajuda para que “as associações públicas de futebol falem intimamente sobre os problemas de direitos mortais relacionados com a Copa do Mundo do Qatar”.
De acordo com a Amnistia, este papel na secção das coligações, que no caso de Portugal seria a Federação Portuguesa de Futebol (FPF), é suportado por sessenta e sete de réplicas, relativamente ao trabalho associado a um jogo que poderá também ter anteriormente causado, 500 mortes. de trabalhadores migratórios, de acordo com relatórios transnacionais.

O problema das indenizações refere-se a uma campanha lançada por meio de uma coalizão de associações de direitos dos mortais, juntamente com a Anistia Internacional, em maio desta época, pedindo à FIFA que destinasse € 433 milhões para um fundo que indeniza feridos e pode ajudar nascituros abusos.
A taxa é autêntica ao ‘pool’ de prémios económicos que serão desembolsados ​​entre os actores, com a Amnistia a recordar que a entidade que rege o futebol mundial estima aumentar “cerca de 5,9 mil milhões de euros em receitas de jogos”.

“Essas consequências disparam uma conversa clara para a gestão do futebol mundial. Em todo o mundo, os seres humanos estão unidos no desejo de que a FIFA dê um passo à frente e compense as pessoas migratórias que sofreram no Catar. Eles também desejam que as coalizões públicas tomem uma posição menos ofensiva”, explica Steve Cockburn, diretor de economia e justiça social da Anistia Internacional.
Citado em comunicado, o funcionário exorta a FIFA a “fazer o devido aspecto”, pelo facto de “os simpatizantes não favorecerem uma caneca do mundo indelevelmente marcada através de abusos de direitos mortais”.

“Os recordes não podem mais ser desfeitos, no entanto, um meio de compensação é uma maneira clara e fácil para a FIFA e o Catar compensarem pelo menos um monte de pessoas que tornaram o torneio possível”, acrescentou.
Embora as autoridades do Catar neguem, várias associações e estimativas levam a muitas mortes nesse país. s. uma . entre 2010 e 2019 em workshop associado à Copa do Mundo, com recorde de avaliação pelo britânico The Guardian, a partir de fevereiro desta vez, citando o número de 500 mortes, que muitos refletem sobre o conservadorismo.

Em maio, seis meses antes do lançamento da competição, a Anistia assinou uma carta aberta endereçada ao presidente da FIFA, Gianni Infantino, coletivamente com associações comparáveis ​​à Human Rights Watch, solicitando que ele investisse tanto quanto os prêmios concedidos às brigadas públicas via o desempenho geral do torneio em um meio de compensação.
O plutocrata irá no sentido de fornecer recursos úteis e ajuda “aos muitos trabalhadores migratórios que sofreram abusos mortais de direitos no Qatar em medicamentos para a Copa do Mundo”.

A carta aberta denuncia práticas de “trabalho pressionado, horas desordenadas, roubo de fretes e práticas extorsivas de reclamação”, entre diversos abusos, com mortes cujos motivos continuam a ser apurados e muitos mecanismos para reivindicar os ajustes legislativos que foram determinados no Catar .
A coroa mundial do futebol masculino acontecerá entre 20 de novembro e 18 de dezembro, com o pelotão português apropriado e equipado na tripulação H, com Uruguai, Gana e Coreia do Sul.

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