Herta bate Ericsson e dirige IndyCar FP2 em Toronto. Castroneves é vigésimo

Andretti ficou no ponto mais alto dos treinos livres da Indy em Toronto, mas atualmente com Colton Herta. O piloto do veículo nº 26 marcou 1min00s047 nos últimos minutos do encontro realizado na manhã deste sábado (16), no Canadá, e ficou no ponto mais alto da tabela da última ação antes da classificação.

Herta passou a liderar o pelotão de Marcus Ericsson. O título de condução sueco veio pouco antes da vitória com Ganassi, seguido por Penske e Scott McLaughlin, da Self disciplina. O surpreendente Christian Lundgaard da RLL terminou entre os 15 melhores.

O hexacampeão Scott Dixon foi 6º, seguido por Graham Rahal, David Malukas, Felix Rosenqvist e o pioneiro de sexta-feira Alexander Rossi, que completou os dez principais. O brasileiro Helio Castroneves, do Meyer Knife, foi apenas vigésimo na ação da manhã deste sábado. Ele registrou um período de 1min01s231.

Os veículos voltam à pista para a qualificação, que está marcada para as 15h00 (Brasília, GMT – 3).

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Saiba mais sobre o treino livre 2 no GP de Toronto:

O início dos treinos livres foi adiado por mais de 30 minutos após a correção da pista por causa de um acidente durante uma corrida em uma das aulas de ajuda do final da semana. Às 11h33 (horário de Brasília), a faixa verde apareceu para os 45 minutos de movimento.

Os cinco minutos iniciais do encontro ainda foram excepcionalmente altos e terminaram com Colton Herta na primeira posição, marcando 1min02s110 com Andretti. Kyle Kirkwood, da Foyt, começou a liderar logo de cara, com 1min01s761, mas foi breve, com Herta novamente em primeiro, com 1min01s512.

Enquanto David Malukas, de Dale Coyne, virou o novo pioneiro, o atual campeão Álex Palou, de Ganassi, chamou a atenção ao entrar em contato com a parede duas vezes e danificar a asa dianteira do veículo #10. O espanhol descobriu como levar o veículo para os boxes sem causar nenhum aviso.

Na quarta posição, Romain Grosjean aniquilou o pneu traseiro direito ao atingir o ponto de parada na saída da curva 11. O relógio parou e o aviso apareceu. Os 10 melhores foram Herta, Malukas, Pagenaud, Grosjean, O’Ward, Rossi, McLaughlin, Power, Dixon e Lundgaard.

A reunião foi proferida nos últimos 26 minutos. Herta, com 1min00s487, continuou liderando o pelotão, e quem surpreendeu foi Rahal com o melhor tempo subsequente, registrando 1min00s532. O americano não ficou muito tempo assim, pois o hexacampeão Scott Dixon marcou 1min00s528.

Trabalhando nos tempos, Dixon saltou para o primeiro lugar, batendo Herta com 1min00s454. Nos últimos minutos da reunião, a ponta ficou na posse de Outro Zelandês, mas sem ser o hexacampeão de Ganassi. Scott McLaughlin, da Penske, cronometrou um período de 1:00.338.

Apesar disso, o CGR voltou ao topo graças ao pioneiro do título Marcus Ericsson, que saltou para colocar inicialmente com 1min00s208. Herta, que dirigiu a maior parte do encontro, desenvolveu muito mais o cunho, com 1min00s047. Faltando apenas 53 segundos, Takuma Sato de Dale Coyne entrou na curva 6, destruindo a suspensão dianteira esquerda.

A reunião foi liberada para uma última volta para todos os pilotos, e Herta não foi destituído.

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Ganassi e Andretti atingem o ponto de ebulição e Penske sobe para o título da Indy
Com os dois principais adversários enfrentando emergências internas, a Penske acaba sendo significativamente mais número um para o título da Indy em 2022, seja com Resolução ou Josef Newgarden.

Scott McLaughlin e Penske venceram o GP de Mid-Ohio, mas os holofotes após a corrida estavam em Andretti, que viu seus quatro pilotos entrarem em contato na pista e o clima interno se desintegrou para sempre, especialmente entre Alexander Rossi e Romain Grosjean.

Esta semana, foi a chance de Ganassi chegar ao ponto de ebulição com a escolha de Álex Palou para deixar o grupo para a McLaren. Os conflitos entre o espanhol e o grupo devem afastá-lo da disputa pelo título, inclinando-se para Marcus Ericsson e Scott Dixon.

A pessoa que ri do infortúnio dos outros é Penske. Com seis no topo em nove corridas até este ponto, o grupo não parecia precisar de mais assistência. Com seus dois principais oponentes em espiral, o grupo de Roger Penske aparece como um concorrente extraordinário pelo título da IndyCar em 2022.

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